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O islam
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  1. Ver a nota do versículo 1 da 2ª Surata.
  2. Comparar com o versículo 7 da 3ª Surata e com versículo 39 da 13ª Surata. A mãe do Livro, a base da Revelação, tábua reservada (Lauh Mahfuz, 85ª Surata, versículo 22), é o âmago ou a essência da revelação, o princípio original, ou a fonte principal da Lei Eterna e Universal de Deus. Desta fonte brotam todas as correntes do conhecimento e da sabedoria, que fluem através do tempo, e alimentam as inteligências das criaturas.
  3. Comparar com o versículo 53 da 20ª Surata. Mihad – um tapete ou leito – não implica apenas em liberdade de movimento, mas também em descanso.
  4. Por analogia, todos os meios de transporte, incluindo cavalos, camelos, navios, trens, aeroplanos etc.. A domesticação os animais, bem como a invenção da máquina, requerem habilidade e empenho do homem, que lhe são concedidos por Deus como mercês.
  5. Imaginar deusas ou mães ou filhas de Deus era blasfêmia, na boa de um povo que tratava o sexo feminino com desprezo. Tais eram os árabes idólatras e tais são alguns dos atuais. Eles estremecem quando uma filha lhes nasce e desejam ardentemente ter filhos varões. Como, com essa mentalidade, atribuem filhas a Deus?
  6. Nota-se a 1ª pessoa do singular, mostrando a solicitude pessoal de Deus aos descendentes de Abraão, em ambos os ramos. O contexto, aqui, se refere à prosperidade, desfrutada por Makka e seus habitantes, até que rejeitaram a verdade do Islam, pregado em seu seio por um Mensageiro, cuja mensagem era tão clara quanto a luz do sol.
  7. Ornamentos: palavra-chave desta surata. Todos os fatos resplendores e ornamentos deste mundo nada são. Eles mais atrapalham do que ajudam.
  8. A distância entre o Oriente e o Ocidente; literalmente, "a distância entre os dois Orientes". A maior parte dos exegetas o compreendem neste sentido, mas alguns interpretam a frase como significando a distância entre os dois pontos do nascer do sol, entre o solstício de verão e o solstício de inverno. Comparar com o versículo 5 da 37ª Surata.
  9. Os galardões e as correntes de ouro estavam, possivelmente, entre os sinais da realeza. De qualquer modo, eles denotavam riqueza, e os materialistas julgam um homem pela riqueza, pelos seus seguidores e pelos seus equipamentos. Assim o Faraó desejava ver Moisés.
  10. Jesus era um homem e um profeta para os israelitas, apesar de não ter sido aceito por eles. Algumas das igrejas, fundadas depois dele, adoraram-no como "Deus" e como "o filho de Deus", a exemplo da igreja trinitária dos nossos dias. As igrejas ortodoxas fizeram o mesmo durante o tempo do Profeta Mohammad. Quando a doutrina da Unidade foi renovada e a falsa adoração de outros, ao lado de Deus, foi estritamente proibida, todos os falsos deuses foram condenados (ver versículo 98 da 21ª Surata). Jesus foi um dos maiores profetas; não era um deus, nem foi responsável pelas evasivas sutis do Credo Atanasiano.
  11. Se se disser que o nascimento de Jesus sem pai coloca-o acima dos outros profetas e que a criação dos anjos sem o concurso de pai e mãe, isso os colocará mais alto ainda, especialmente porque os anjos não necessitam de alimentos e não estão sujeitos às leis físicas. Todavia, os anjos não são superiores.
  12. Isto é compreendido como se referindo à segundo vinda de Jesus, nos Últimos Dias, logo antes da ressurreição, quando ele destruirá as falsas doutrinas que usam o seu nome, e preparará o caminho para a aceitação Universal do Islam.
  13. Nos versículos 26-28 é feito um apelo aos árabes idólatras, no sentido de que o Islam é a sua própria religião, a religião de Abraão, seu antecessor; nos versículos 46-54, é feito um apelo aos judeus, no sentido de que o Islam é a mesma religião que fora ensinada por Moisés; nos versículos 57-65 é feito um apelo aos cristãos, mostrando que o Islam é a mesma religião que fora ensinada por Jesus.
  14. "Frutos" e "alimentos" são metáforas. Mesmo como símbolos, o comer e o beber foram sugeridos por "bandejas e copos de ouro", no versículo 71, acima. Os "frutos", aqui, estão ligados às últimas palavras do versículo 72: "que herdastes por vossas boas ações?" Não é a doutrina de "recompensas", assim estritamente chamada. Uma recompensa é medida por mérito, mas aqui a bênção está além dos méritos ou merecimentos. É uma doutrina de trabalhos com seus frutos. Cada ato deve Ter a sua inevitável conseqüência.
  15. A palavra acala é usada em muitas passagens, no sentido de "desfrutar", "ter satisfação"; ver o versículo 69 da 5ª Surata e o versículo 19 da 7ª Surata.
  16. Málik: literalmente, senhor ou proprietário; aplicado ao anjo guardião do inferno.
  17. Os exegetas clássicos constróem esta cláusula de modo diferente. De acordo com a sua construção, poderia ser: "Com exceção daqueles que declaram a verdade, e com pleno conhecimento."
  18. Os exegetas têm opinião dividida quanto à construção. Alguns acham que o termo Quílihi é um genitivo, governado pelo termo ‘Ilm, do versículo 85. Outra construção seria considerar o wau como de juramento, e nesse caso haveria necessidade de outras cláusulas para se completar o sentido.
 

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