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  1. É o que aconteceu com Khaula, filha de Ta’alaba, esposa de Auss Ibn Assámet. Apesar de Auss ser muçulmano, ele divorciou-se de sua esposa seguindo um costume idólatra. O expediente era conhecido como zihar, e consistia das seguintes palavras: "Doravante serás tão ilícita para mim quanto a minha mãe". Este era um costume idólatra para indicar um divórcio e libertar o marido de qualquer responsabilidade para com os deveres conjugais, sem dar liberdade, porém, à esposa, para abandonar o lar do marido ou para contrair outro matrimônio. Tal costume era degradante para a mulher.
  2. Ver a nota anterior.
  3. Se o zihar fosse ser ignorado, como se as palavras nunca tivessem sido proferidas, significava que os homens poderiam, estupidamente, recorrer a tal expediente sem penalidades. É aqui estabelecida a penalidade, conservando-se os direitos da mulher. Ela pode usufruir da sua manutenção bem como da de seus filhos, sem que o seu marido possa reclamar os seus direitos conjugais.
  4. A penalidade é manumitir um escravo, quer seja o dele próprio ou o de outra pessoa. Se não houve escravo, que jejue por dois meses consecutivos (a exemplo do jejum de Ramadan). Se não puder, que alimente 60 pessoas pobres.
  5. Há uma grande quantidade de argumentos eruditos, entre os juristas muçulmanos, quanto aos requisitos preciso da lei sobre o termo "alimentar" o necessitado. Por exemplo, é estipulado que 1 kg de trigo ou 2 kg de tâmaras, ou o seu equivalente em dinheiro podem preencher os requisitos. Outros estipula que 0,50 kg é o suficiente. Isto é, aproximadamente, a ração diária de um homem. É melhor considerar o espírito do texto na sua simplicidade total e dizer que se deve dar a um necessitado o suficiente para se alimentar duas vezes por dia.
  6. Quando a comunidade muçulmana estava adquirindo força em Madina, e as forças da desunião estavam sendo desbaratadas, em luta aberta contra o Profeta, os iníquos recorreram à duplicidade e às intrigas secretas, nas quais os líderes eram os judeus descontentes e os hipócritas, cujas maquinações são freqüentemente mencionadas no Alcorão. Ver o versículo 8-16 da 2ª Surata e os versículos 142-145 da 4ª Surata.
  7. A saudação de Deus era e continha sendo "paz!" Mas os inimigos, que não possuíam a coragem de lutar abertamente, freqüentemente distorciam as palavras, e usando uma palavra como "sam", que significa "morte", em vez de "Salam" (paz), eles pensavam que estavam expressando o seu ódio e, aparentemente, usando uma saudação polida. Comparar com o versículo 106 da 2ª Surata, onde está exporto a um outro artifício semelhante.
  8. O zakat, que traduzimos por tributo, foi instituído no ano 2 da Hégira, aproximadamente.
  9. Isto se refere aos hipócritas de Madina, que alegaram ser muçulmanos, mas faziam intrigas, juntamente com os judeus.
  10. Neste tempo, os judeus de Madina e as tribos judaicas dos arredores da cidade se haviam tornado ativamente hostis ao Islam.
  11. Comparar com o versículo 87 da 2ª Surata, onde é mencionado que Deus fortaleceu Jesus com o Espírito da Santidade. Aqui, lemos que todos os virtuosos foram fortalecidos, por Deus, como o Espírito da Santidade.
 

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