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  1. "Tudo quando existe nos céus e na terra glorifica Deus", porque as Suas mercês se estendem e são extensivas a todas as Suas criaturas.
  2. Iletrados: como é aplicado a um povo, refere-se aos árabes, em comparação com os adeptos do Livro, que possuíam uma tradição mais erudita, cujo fracasso é mencionado no versículo 5, abaixo. Aplicado a indivíduos, significa que a Revelação de deus é para o benefício de todos os homens, quer tenham sabedoria terrena ou não.
  3. Judeus: ser judeus é muito diferente de seguir a Lei da Vontade de Deus. A reivindicação arrogante de serem um povo escolhido, de serem os únicos possuidores dos ensinamentos divinos, de estarem isentos de qualquer punição pela quebra das leis divinas (ver versículo 88 da 2ª Surata), constitui blasfêmia. Isso pode ser judaísmo, mas no sentido do de Moisés.
  4. Sexta-feira: é o Domingo dos muçulmanos. Primeiramente, é o Dia da Assembléia, o dia do encontro semanal para a Oração em Congregação, precedida de um Sermão (Khutba), no qual o Imam examina a esfera espiritual semanal da comunidade e apresenta avisos e exortações sobre a vida. Comenta aos muçulmanos as séries de o contato social se eles seguem os rituais de sua fé: cada membro recorda Deus, por si só, cinco ou mais vezes por dia, em casa, no lugar de serviço, na mesquita, ou ao ar livre; às sextas-feiras há um encontro local, na mesquita central de casa localidade; nas duas comemorações anuais "Eid" há uma grande reunião local em um centro; uma vez na vida, quando possível, um muçulmano participa de uma vasta assembléia internacional, no centro do Islam, na peregrinação a Makka. Uma feliz combinação de descentralização e centralização da liberdade individual e encontro coletivo e contato em vários estágios ou graus. A parte mecânica desta prática é fácil de se executar.
  5. A idéia referente ao do dia semanal muçulmano de congregação é diferente daquela do sábado judeu ou do domingo cristão. O sábado judeu é uma comemoração do término das obras de Deus e o descanso do sétimo dia (Gênesis 2:2; Êxodo 20:11). Nós aprendemos que Deus não necessita de descanso, nem sente fadiga (versículo 255 da 2ª Surata). A ordem judaica proíbe o trabalho naquele dia, mas nada diz a respeito da adoração ou oração (Êxodo 20:10). A nossa prática dá uma grande ênfase à recordação de Deus. O formalismo judaico foi longe, a ponto de matar o espírito do sábado, e provocou o protesto de Jesus: "O sábado foi feito por causa do homem, e noa o homem por causa do sábado." A Igreja Cristã, apesar de ter mudado o dia da congregação de sábado para domingo, herdou o espírito judaico. Os nossos ensinamentos dizem: "Ó fiéis, quando fordes convocados para a oração de sexta-feira, apressai-vos à recordação de Deus e abandonai os vossos negócios; isso será preferível, se quereis saber. Porém, uma vez observada a oração, dispersai-vos pela terra e procurai as dádivas de Deus..."
 

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