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  1. Os nossos doutos postulam três estágios de desenvolvimento da alma: Am-mara, ou propensa ao mal, que se não for modificada e controlada, pode levar à perdição; Lau-uama, como aqui, que reprova a si mesma, que tem consciência do mal e resiste a ele, pede pela graça de Deus e pelo perdão, após o arrependimento, e trata de emendar-se; Mutma-inna, o estado mais elevado de todos, quando encontrará o descanso eterno e alcançará e felicidade.
  2. Uma referência à parte mais delicada do seu corpo.
  3. A lua, com a sua atual refletida, cessará de brilhar. Toda a verdade refletida ou relativa transformar-se-á em nada, perante a Única Realidade.
  4. Em relação à lua, o sol é a fonte de luz, mas o próprio sol é uma luz criada e transformar-se-á em nada, juntamente com a lua. Ambos parecerão conchas vazias, porque o Protótipo de toda a Luz estará brilhando, com todo o esplendor, num mundo novo.
  5. O significado imediato era para que o Profeta permitisse que a revelação lhe fosse transmitida penetrassem em sua mente e em seu coração, e que não fosse impaciente, a respeito disso; Deus certamente a completaria, de acordo com o Seu plano, e veria que seria recolhida e preservada pelos homens, sem nenhuma perda. O significado geral segue a mesma linha: não devemos ser impacientes, a respeito da Palavra inspirada, devemos segui-la, à medida que se esclarece a nós, pelas faculdades que nos foram concedidas por Deus.
  6. Esta passagem (especialmente com referência aos versículos 26-28) parece tratar do que os nossos doutos chamam de julgamento menor (Quiamatus Sughra), que se dará logo após a morte, e não do julgamento final.
  7. Um quadro simbólico da agonia da morte.
  8. Quando a alma parte, as pernas são colocadas juntas, em preparação aos rituais preliminares do sepultamento. "Sác", literalmente perna, pode também significar, metaforicamente, uma calamidade.
  9. O argumento, aqui, deve ser exposto da seguinte forma: a sua origem animal torna-o não mais do que um bruto; o seu desenvolvimento fetal continua como o de um animal; então, em algum estágio, aparecem os membros e a forma humana; o espírito divino é-lhe insuflado; é-lhes aperfeiçoada a forma, para o seu alto destino. A despeito disso, o mistério do sexo continua na sua natureza: somos almas viventes, mas homens e mulheres. Deus, que criou estas maravilhas, não teria, acaso, poder para ressuscitar os mortos?
 

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